Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia; tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...
Um Blog que surgiu com o intuito de compartilhar pensamentos meus e de grandes autores. Emocione-se!
sábado, 26 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Ao pó
De súbito, arfava
Com o ar seco
Apertava a garganta que secava
Golpeava o peito
Demais, a voz falhava
Com a sensação amarga
Do que acabara de dizer
O peito vazio ainda oscilava
Com o vácuo que insiste em permanecer
Do pão ao pó
Do azulado ao preto
Do laço ao nó
Do jardim à vala
Do para sempre ao só
No horizonte,
Já descera o sol
Os sonhos permanecem,
De fronte
E ao norte e ao sul
Estradas distintas.
O preto e o azul
Já se distanciam
Já se resumem,
Ao pó.
Com o ar seco
Apertava a garganta que secava
Golpeava o peito
Demais, a voz falhava
Com a sensação amarga
Do que acabara de dizer
O peito vazio ainda oscilava
Com o vácuo que insiste em permanecer
Do pão ao pó
Do azulado ao preto
Do laço ao nó
Do jardim à vala
Do para sempre ao só
No horizonte,
Já descera o sol
Os sonhos permanecem,
De fronte
E ao norte e ao sul
Estradas distintas.
O preto e o azul
Já se distanciam
Já se resumem,
Ao pó.
Yasmim Barbosa
(17/04/2009)
(17/04/2009)
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